Publicado em: 12 de novembro de 2014

Segurança no trabalho deve ser entendida como investimento pelas empresas

Segurança no trabalho deve ser entendida como investimento pelas empresas
À mesa do Bate-Papo Ponto Com, a engenheira do trabalho, Jane Belém; ao lado do apresentador Cadu Freitas e dos alunos Matheus Rezende, da Anhanguera-Niterói, e Jaqueline Campos, da Unicarioca Divulgação

Com o número de acidentes de trabalho e afastamentos por doenças do trabalho aumentando de 663 pessoas, em 2009, para 735, em 2011, torna-se essencial discutirmos a redução dos riscos aos profissionais da construção civil. Dominada pelo público masculino, a área da construção civil abarca hoje 1% de mulheres que se revezam em funções como pedreira e até mestre de obras.

Para falar mais sobre esse cenário, Bate-Papo Ponto Com nesta terça-feira (11) recebeu a engenheira do trabalho do Seconvi – Serviço Social da Indústria da Construção no Rio, Jane Belém, e os alunos Matheus Rezende e Jaqueline Campos, respectivamente dos cursos de Engenharia da Produção, da Faculdade Anhanguera-Niterói, e do curso de Publicidade e Propaganda, da Unicarioca.

E é pensando no investimento da saúde e na segurança do trabalhador, o Prêmio Vitae-Rio – Construção Segura Empresa Viva foi criado para dar mais visibilidade aos padrões de excelência em saúde e segurança das empresas de construção. No ano em que o Seconvi comemora 25 anos de sua fundação, os números divulgados pela Previdência Social, relativos a acidentes de trabalho, comprovam o acerto das empresas em investirem em melhorias para este segmento. É o que afirma a engenheira quanto a uma maior qualidade de vida do trabalhador: “O empresariado hoje precisa entender que saúde e segurança do trabalho não são despesas e sim investimento”.

Fonte: http://radios.ebc.com.br