Publicado em: 8 de abril de 2016

Saúde e segurança no trabalho preocupam portugueses

Obras-capaceteProvidenciar bons empregos é a principal preocupação dos consumidores de 23 países, segundo um estudo da GFK, mas para os portugueses a saúde é a prioridade.

“Providenciar bons empregos para as pessoas” (47%) é a principal preocupação dos consumidores de 23 países a nível mundial, mas para os portugueses o mais relevante é “Proteger a saúde e a segurança dos trabalhadores” (48%), segundo um estudo da GfK, no que diz respeito às áreas de responsabilidade mais importantes das empresas.

Portugal destaca-se ainda dos restantes países por considerar muito relevante todas as questões de âmbito social, como ”Apoiar a comunidade local” (19%), “Ser responsável a nível de causas sociais” (18%), “Ajudar na educação das pessoas” (13%) e “Estar envolvida com instituições de caridade” (8%).

A nível global, completam o top 4 das preocupações a “Produção de produtos e serviços de qualidade” (41%), “Ser responsável a nível ambiental” (37%) e “Proteger a saúde e segurança dos seus trabalhadores (37%). A necessidade de “Proporcionar um bom retorno aos acionistas” é, em todos os países, a dimensão considerada menos relevante, situando-se nos 5%.

Homens selecionam a responsabilidade social ambiental à frente da saúde e segurança dos trabalhadores

De uma forma geral, homens e mulheres concordam que “Providenciar bons empregos para as pessoas” (47% das mulheres e 46% dos homens) e “Produzir produtos e serviços de boa qualidade” (41%) estão no topo da lista como as responsabilidades empresariais mais importantes.

No entanto existem algumas divergências nos restantes itens. As mulheres dão mais valor a “Proteger a saúde e a segurança dos trabalhadores” (40%) do que “Ser responsável a nível ambiental” (39%), enquanto para os homens verifica-se o oposto – 36% valoriza “Ser ambientalmente responsável” em comparação com 34% que escolhe “Proteger a saúde e a segurança dos trabalhadores”. Significativamente, mais homens do que mulheres consideram “Investir em investigação, pesquisa e tecnologia”, como um dos três itens mais importantes, na atualidade, na responsabilidade corporativa das empresas – situando-se nos 21% e 13% respectivamente.

Fonte: http://www.oje.pt

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