Publicado em: 20 de outubro de 2014

A necessidade de melhora da gestão na segurança do trabalho

A necessidade de melhora da gestão na segurança do trabalho
Imagem meramente ilustrativa

A indústria de EPI desenvolve diversos protetores para dar a maior segurança possível a um trabalhador. EPI é a sigla para o termo “Equipamento de Proteção Individual”. Você pode presenciar a utilização destes equipamentos em setores da indústria como a construção civil, zonas portuárias, manutenção de estruturas públicas, entre muitos outros.

O EPI é sempre obrigatório em situações em que o empregado se encontra em uma atividade que possa oferecer riscos, tais como trabalhos em altura, em proximidade a elementos pesados e agentes abrasivos, por exemplo. O maior problema é que ainda hoje algumas empresas ainda não possuem a cultura de usar os equipamentos de forma correta.

Apresentando desculpas como desconfortos ou dificuldade na montagem do EPI, tanto empregados como chefes acabam negligenciando a precaução e deixando de lado o uso. Como resultado, vemos acidentes de variadas gravidades para o colaborador que se descuidou. Além do prejuízo à saúde, a própria empresa fica exposta a uma série de penalidades judiciais por não seguir os protocolos estabelecidos pelo Ministério do Trabalho.

Como solucionar este problema?

Para começar a resolver o cenário e mudar a cultura da segurança do trabalho no país, é necessário primeiramente que líderes e chefes entendam a importância do uso do EPI. Somente devidamente equipado um funcionário tem sua integridade física garantida. É essencial que eles busquem mais informações junto aos órgãos responsáveis e também com as fabricantes, que sempre possuem dicas e manuais valiosos para o entendimento do equipamento.

O próximo passo é conscientizar a equipe que irá utilizar o protetor de fato. Neste momento, aulas e treinamentos são extremamente recomendáveis. Devido à complexidade de alguns EPIs, vídeos também podem ser muito elucidativos. Aulas sobre o Trava Quedas, por exemplo, costumam simplificar o entendimento e facilitar a assimilação da informação.

Após esta etapa, vem a mais importante: a fiscalização interna dos supervisores. Por vezes, o empregado pode ser negligente, mas seu superior precisa estar sempre atendo e mantendo os procedimentos seguidos. A fiscalização dentro da própria empresa é um meio de não ser pego desprevenido quando um órgão de fiscalização chegar para verificar o cenário.

Estes três passos são suficientes para melhorarem problemas que ainda persistente. Porém, é necessário que sejam realizados com frequência e disciplina.

Fonte: http://www.administradores.com.br