O grande desafio do profissional da área de Segurança Ocupacional

Conforto e Proteção

desafio em epiO grande desafio do profissional da área de Segurança Ocupacional não é só fazer com que o trabalhador utilize o EPI, mas também que encontre um equipamento de segurança que tenha um maior grau de proteção e que menos o incomode.

A relação ergonômica com as funções do trabalho tem papel fundamental para o desenvolvimento de tal setor, pois buscam moldar cada vez mais equipamentos às necessidades do trabalhador brasileiro, analisando seu perfil anatômico e criando soluções inteligentes e confortáveis melhorando assim as condições de trabalho.

Exigência X Garantia de proteção

A partir da cobrança dos usuários é que os EPIs vão melhorar a qualidade em termos de conforto e desempenho e o que levará o fabricante a melhoria contínua. “Ao ter seu EPI reprovado ou dificuldades de entrada de mercado pela questão técnica ou anatômica, o fabricante vai promover a alteração deste material e fazer novas amostras. Com isso surgirão novas tecnologias e soluções.

Com a abertura do mercado, vieram novos equipamentos, gerando, também, a necessidade de criação de normas específicas que são elaboradas, no caso do Brasil, pelo Comitê Brasileiro 32, da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Quem participa das comissões que elaboram essas normas são representantes de fabricantes, de usuários e de laboratórios, entre outros.

As normas, que geralmente são elaboradas a partir de textos estrangeiros, devem conter especificações que atendam, no mínimo, à legislação e a realidade brasileira, porém atualmente a normatização brasileira esta sendo equiparada como exemplo a normatividade Europeia ou mesmo Americana, devido às especificidades que vem sendo atribuída a atualização das normas para avaliação e comercialização de EPIs, o que garante maior qualidade e comprometimento com novos produtos que chegam ao mercado.

Personalização

A personalização dos EPIs é uma tendência em constante crescimento e também vale para outros setores. É o caso de trabalhadores que usam lentes corretivas e precisam de óculos de proteção com grau e que necessitam de calçados ortopédicos ou com palmilhas anti-stress. “A empresa tem que estar atenta a esses detalhes. Ao fornecer o EPI, ela deve ter uma ficha de controle pessoal para cada trabalhador – que serve, também, como um termo de responsabilidade – na qual estão anotadas todas as suas peculiaridades e que deve ser assinada por ele toda vez que receber um EPI novo e adequado às suas funções.

Além disso, o EPI tem um tempo de vida útil que deve ser obedecido e devidamente descartado quando dado seu vencimento ou sendo percebido qualquer avaria no mesmo que possa vir a interferir no bom uso do equipamento. O que leva o fabricante a desenvolver produtos que atenda de forma a não interferir nos novos conceitos de conforto e qualidade.

Fonte: http://www.proptic.com.br/